O que é MVP… De uma forma diferente

O que é MVP? É algo que pode mudar a sua vida, como guinou a minha, se usado como lifestyle. 🥰🚀

Além de um termo bem conhecido em Startups e Gerenciamento de Projetos Digitais, MVP é uma metodologia eficiente pra você começar a pôr logo em prática os seus projetos, inclusive pessoais, daqui pra frente… Você vai entender! 👇

O que é MVP?

MVP é a sigla de Minimum Viable Product que significa PRODUTO MÍNIMO VIÁVEL. Também, significa Most Valuable Player (termo da NBA de jogador mais valioso da liga norte-americana de basquete).

O produto pode ser um site, um aplicativo, ou mesmo um serviço ou algo físico.

No MVP, o produto deve ter o mínimo de recursos possíveis aplicados e manter a sua função de solucionar o problema para o qual foi criado.

Veja a essa imagem e vai ser muito mais fácil pra visualizar na prática o que é MVP 😂.

Uma expressão em inglês, fala: “if it works, it’s not dumb”. Na tradução fica:

“Se funciona, não é burrice.”

Concorda? Eu, sim! 

Para que serve MVP?

A principal intenção de fazer um MVP é lançar, o quanto antes, uma primeira versão de um produto funcional para o uso das pessoas.

Dessa forma, veremos mais rapidamente a reação delas, saberemos a aceitação e se ele funciona mesmo. 🤳

Analisando os relatos e usos do usuário final dessa  versão essencial, podemos, na fase inicial de um projeto, já desenvolver algo melhor e um pouco mais completo em seguida. Ou, cancelar tudo se tiver sido um desastre, economizando tempo e dinheiro. ⏳💸

Uma máxima de usabilidade é dito pelo famoso autor do livro da área, “Não me faça pensar”, Steve Krug:

“É mais fácil e menos caro consertar problemas de usabilidade no início.”

A frase foi usada no livro “Descomplicado Coisas que Parecem Complicadas” sobre aplicar testes de usabilidade em sites em desenvolvimento. Estes testes devem ser feitos com pessoas que não fazem parte da equipe do projeto.

Usei essa frase também na palestra sobre UX/Experiência do usuário para o conexão Kinghost que está neste link.

A lição que Steve Krug traz, endossa o MVP: Não espere ter algo completo para ver se funciona com outras pessoas, pois, o custo e tempo depois para corrigir, será muito maior.

Diferença entre MVP e Prototipagem

Importante ressaltar que, no caso de MVP, o produto não é um protótipo, é uma versão essencial e inicial de um projeto ou fase! 😉

Para quem trabalha com projetos digitais e outros e conhece prototipagem, entenda que MVP é além de um protótipo.

Você pode ter um protótipo para lançar um MVP, e o MVP terá que estar realmente funcional e publicado para uso final.

Note na imagem o que é MVP: inicialmente um carro é representado por um skate, não por um pedaço do carro, pois o pedaço de carro não anda.

Todas as versões do MVP, desde a primeira super simples, foi possível se locomover com controle sobre rodas – que é a função essencial do produto final. 

MVP na prática com exemplos pessoais

Pessoalmente comecei a fazer do MVP como um estilo de vida, para não deixar de executar as ideias mesmo que elas estivessem incompletas.

MVP deste Site e Blog

Um exemplo é este meu próprio site. Ele foi sendo completado em conteúdo, organização e layout ao longo do tempo.

Sempre deixei a estética por último e não foquei muito nisso ou me dei por satisfeita — mas conscientemente escolhi começar a publicar mesmo com uma cara imperfeita, sem categorias definidas e sem portfólio, em 2012.

De lá pra cá, ele já monetizou legal através de publicidade aqui no blog, além de ter me aberto boas oportunidades profissionais e de parcerias (se quer saber mais sobre isso, comente “quero monetizar”).

Desprender do meu perfeccionismo de querer definir embasadamente tudo de algo grande e complexo antes de publicar, foi uma guinada positiva e mudança na minha vida.

Entenda, eu sempre tenho muitas ideias e elas morriam no papel quando chegavam em partes mais trabalhosas. Desistia antes de começar de verdade, sabe?

É desmotivante você ver o trabalho que dará, podendo dar tudo errado, sem sentir ainda qualquer gosto de sucesso ou ter uma ideia prática se funcionará…

Depois de dedicar muito tempo projetando e desenhando um site perfeito do zero, publiquei o site WordPress com um template existente, fui fazendo posts bem específicos das soluções a problemas que eu encontrava nas minhas atividades e pesquisava sobre (principalmente em desenvolvimento web), e comecei a ver Resultado através de visitas ao meu site.

MVP até no SEO

Essas visitas ao meu site vieram pelas estratégias básicas que apliquei de SEO (otimizações pra mecanismos de busca). Admito que, até isso, foi um “MVP”: eu não parei pra fazer um estudo profundo de palavras-chave de cada post — eu sabia que não faria isso naquele momento, meu tempo era escasso e focado em resolver os problemas sobre os quais eu escrevia rapidamente.

Na prática, naquele momento: OU eu fazia posts com o conhecimento tácito de SEO que eu tinha, OU não postava. O essencial que eu aplicava já me tornava encontrável nos mecanismos de busca.

Se me ocupasse tempo demais, não valeria a pena naquele momento, e o quanto antes o material estivesse no ar, mais rápido eu começaria a ganhar financeiramente com publicidade e visibilidade profissional.

Além de tudo, na internet, temos a possibilidade de mudar e ampliar um conteúdo após ele ser postado em um site, muito facilmente (normalmente). Então, naturalmente, quando tinha mais tempo, melhorava as publicações, começando pelas que eram mais populares.

Outros exemplos meus de MVP

Tenho vários outros exemplos pessoais que só existem porque comecei com o básico, antes do que originalmente planejava.

O site My Café Recipes é um deles que funciona de forma essencial e simples, já teve melhorias e, até hoje, tem uma lista de complementos a fazer. Ele está já há 4 anos trazendo rendimentos com publicidade.

O experimenteieresenhei também.

Entre outros… 😄

Os benefícios do MVP lifestyle

A exemplo deste meu site e blog, fazer as publicações solucionando problemas que eu encontrava e começar a ver as visitas chegando ao meu site pelo Google, foi motivador. Uma prova de que estava funcionando. 🙌

Além disso, até me gerou uma pressão positiva em continuar e melhorar mais o site agora que via meu trabalho como uma utilidade e estando público e cada vez mais visto.

Vejo uma ligação de o que é MVP com uma conhecida frase do ex-presidente dos EUA, Theodore Roosevelt:

“Faça o que você pode com o que você tem no lugar que você está.”

É nesse sentido que adoto como um estilo de vida.

Murilo Gun publicou um vídeo massa do trecho de uma palestra sobre colecionar inputs (informações) X usá-los na prática:

Ponha em prática o seu projeto ao invés de ficar buscando a perfeição eterna. Ouse começar com o que você já tem de útil.

Considerações sobre várias MVPs e foco

Importante lembrarmos o que é MVP: é uma versão inicial funcional, com o essencial. Sendo melhorado e ampliado, o projeto deve ter um potencial muito maior.

Cuidado pra não criar vários MVPs, perder o foco e talvez desperdiçar um grande projeto de atingir o seu potencial máximo.

Lembre-se que, normalmente, 80% dos nossos rendimentos são provenientes de 20% dos nossos produtos/serviços (conforme a Lei de Pareto, se quiser pesquisar mais sobre). 🧐

Saber qual o seu produto/serviço estrela e vaca leiteira é essencial para destinar o seu foco no que é mais rentável (pesquise sobre Matriz BCG se quiser entender mais sobre isso).

Ótima coisa para se ler agora nessa pandemia, né? 😉

Você possui projetos engavetados?

O que falta para começar? 🚀

Análise competitiva do app Táxi Mobi – Jornal Ei, Táxi! – Maio 2019

Fui convidada a escrever uma análise do aplicativo e serviço Taxi Mobi e o que ele precisaria para emplacar. Trata-se de um app concorrente do Uber e outros da categoria, com o aproveitamento da frota de Táxi, e promovido pela Prefeitura de Salvador. A análise foi publicada no jornal “Ei, Taxi!” daqui da Bahia.

O tempo todo li e ouvi falar sobre a disputa pelo Preço do serviço em relação aos concorrentes, mas não vi muita discussão sobre o seu Valor para o usuário! 😉

Matéria publicada na ed. ano VIII, nº 104 – maio 2019, BA

Texto original entregue

O que o Táxi Mobi traz de diferente pro usuário?

Não é segredo: um produto ou serviço, para sobreviver a um mercado com concorrentes, precisa de um diferencial. “Por que eu vou usar o aplicativo Táxi Mobi ao invés dos outros?”.

Essa resposta deve estar associada ao que o serviço faz a mais, ou faz diferente.

O diferencial precisa ser percebido pelo usuário do serviço quando ele o usa, principalmente se ele possui preços mais altos. Ser mais barato ou caro, é algo relativo ao perfil do público-alvo. Se o serviço do Táxi Mobi possui um preço mais alto, ele deve também agregar mais valor para quem o usa.

Na prática, um usuário pode aceitar pagar mais se ele usufruir de: uma qualidade do atendimento que supere expectativas, algo que proporcione uma segurança a mais, um conforto maior dentro dos carros, uma aplicativo mais bonito, fácil e ágil, que torne a experiência de uso prazerosa e apaixonante… Ou mesmo um programa de recompensas para colaborar com a fidelização. Não é necessário ser excelente em todos os quesitos, mas é ser aceitável em todos. E, para sobreviver à concorrência, se destacar em algum mais do que os concorrentes.

Descontos movimentam o uso principalmente quando a disputa é por preço. Contudo, se o preço não pode ser menor, é essencial entregar, no serviço, aquilo que “paga a diferença”! O Táxi Mobi, ao meu ver, precisa de um aplicativo mais amigável e atraente, e deixar claro aos usuários o que ele provê que nenhum outro faz. Assim, ele poderá prosperar.

 

Como fazer landing pages lindas e que convertem

 Neil Pateil diz que consegue mais de 40% de conversão em uma landing page (de captação de e-mails) seguindo essas 5 orientações:

1. Use ferramentas de geração de landing pages consagradas

Elas usam dados de inúmeros clientes para identificar as páginas que melhor performam. Ex:

2. Tenha uma proposta de valor incrível

Ex: Dar cursos grátis em troca do e-mail.

3. Seja extremamente simples e claro

Ex: evite campos de formulários desnecessários e repetições de conteúdo. Seja objetivo.

4. Tenha provas sociais.

Depoimentos reais de pessoas, com suas fotos e vídeos, sobre a qualidade do produto/serviço ofertado pela landing page.

5. Crie um vídeo.

Não é todo mundo que gosta de ler. Ideal 1 min, máximo 3, curto e objetivo. Em uma ordem clara respondendo por que a pessoa deve “converter”.

Vídeo original abaixo:

O uso correto do atributo HTML alt nas imagens

Muitas vezes quem trabalha com SEO (Search Engine Optimization) sabe que o atributo HTML alt é importante na tag “img”, de imagem. Além disso, ela também é importante para melhorar a usabilidade de um web site. Sabia que usá-lo de forma desordenada ou excessiva é prejudicial em se tratando da acessibilidade do site a cegos?

Para que serve o HTML ALT

ALT vem de “alternate” do inglês. Ou seja, é uma alternativa ao conteúdo que está sendo exibido na imagem.

Ele serve para:

  1. Descrever em texto uma orientação sobre a imagem que não está sendo exibida;
  2. Sistemas de busca entenderem do que ela se trata e isso auxiliar a indexar a página;
  3. Leitores de tela em áudio especificarem do que ela se trata (isso inclui ferramentas que cegos usam para navegar na web — Caso queira saber mais sobre leitores de tela de computador, recomendo que veja este artigo “6 leitores de tela para seu computador”.)

Exemplo

Fiz uma assinatura de e-mail responsiva para um cliente, usando imagens + texto. Veja ela com as imagens aparecendo normalmente:

Agora, veja como ela aparece quando as imagens não são carregadas, por um problema no servidor, bloqueio de imagem, falta de conexão à internet etc:

Para que a informação do nome não fosse perdida na assinatura do e-mail, inseri o texto “Dr. Paulo Cezar Maldonado” no alt da imagem que exibe o nome dele. Assim, o nome dele como texto alternativo, é exibido na ausência da imagem e também pode ser interpretado por programas leitores de tela.

Embora o tamanho de algumas imagens seja pequena e não dê para ler o alt delas, programas leitores de tela em voz configurados para isso, leriam “Dr. Paulo Cezar Maldonado” com ou sem um problema de exibição da imagem .

Também, em um site, o Google indexaria a página para aparecer em buscas por “Dr. Paulo Cezar Maldonado”, o que auxiliaria no SEO.

Note que propositalmente não coloquei um alt no símbolo da marca à esquerda.
Por quê? Ele é desnecessário.

Você acharia relevante ouvir uma descrição dizendo “marca” ou mesmo indexar essa palavra em uma página na web?

Isso nos leva ao próximo tópico.

Como usar corretamente o ALT em imagens

Todas as imagens devem ter um atributo alt declarado. Isso é indicado semanticamente pelo HTML e para melhorar a usabilidade dos usuários dos leitores digitais em áudio. Mas IMPORTANTE: Declarar um atributo é diferente de preenchê-lo.

Exemplos de um HTML de imagem:

Exemplo 1 (Certo!): Com alt declarado e preenchido de vazio

<img src=”marca-nome-dr-paulo-cezar-maldonado.gif” alt=” “ />

Exemplo 2 (Certo!): Com alt declarado e preenchido

<img src=”marca-nome-dr-paulo-cezar-maldonado.gif” alt=”Dr. Paulo Cezar Maldonado” />

Exemplo 3 (ERRADO):  Com alt declarado, mas nulo

<img src=”marca-nome-dr-paulo-cezar-maldonado.gif” alt=”” />

Exemplo 4 (ERRADO): Sem alt declarado

<img src=”marca-nome-dr-paulo-cezar-maldonado.gif” />

Entenda por que declarar o alt preenchido de vazio

Leia esse trecho de uma palestra (2) sobre acessibilidade para cegos nas páginas web:

O atributo de imagem “ALT” tem de ser utilizado com bom senso e a partir da seguinte idéia: tudo que for escrito nele será ouvido a toda hora que o leitor de tela passar por ele. Dessa forma, imagens que não tenham função, que só sirvam de decoração na tela, como imagens de linhas horizontais, bolinhas e quadradinhos decorativos e coloridos, enquadramentos, deverão vir com o “ALT vazio”, ou seja, com um espaço entre as aspas. Isso é diferente do “ALT nulo”, que é um alt com “”, ou seja, sem espaço entre as aspas. Como o nome já diz, o “alt nulo” é como se não existisse alt e o “alt vazio” é um alt com conteúdo, porém vazio.

Essa pequena diferença altera a leitura que o leitor de tela faz. Com o “alt vazio ele não lê absolutamente nada, enquanto com ele nulo alguns leitores procuram ler o conteúdo do atributo src, ou seja, tentam ler o nome da imagem.

Fonte: Como Fazer Acessibilidade nas páginas da WEB., Marco Antonio de Queiroz – MAQ, 29/08/2002 http://www.bengalalegal.com/acesso

Quando preencher o atributo HTML alt de texto

Se todos os itens abaixo forem verdadeiros no seu caso, preencha o atributo alt da imagem com uma descrição curta e clara do que ela representa:

  1. Não é um ornamento meramente estético
  2. A ausência da imagem faz o conteúdo ficar menos compreensível e completo
  3. A imagem contém um texto que está unicamente nela (neste caso, o ideal é você transcrever resumidamente o texto pra dentro do alt)

Caso não sejam os casos acima, lembre de sempre declarar o atributo HTML alt preenchido com um espaço vazio, assim:

alt=” “

Dica: Destaque todas as imagens sem o HTML alt!

Ricardo Sanches publicou um vídeo com código para automaticamente colocar bordas vermelhas nas imagens sem alt e você lembrar de declará-las no HTML! Veja:

Referências

  1. “HTML <img> alt Attribute” (em inglês) https://www.w3schools.com/tags/att_img_alt.asp
  2. “Como Fazer Acessibilidade nas páginas da WEB” http://www.bengalalegal.com/acesso
  3. “Você nunca mais vai esquecer do ALT” https://www.portalgsti.com.br/2018/01/voce-nunca-mais-vai-esquecer-do-alt.html

Como escrever e diagramar conteúdo textual otimizado para web

Quando navegamos na web o fazemos geralmente com pressa, sem nos ater a detalhes em cada página. Por causa disso precisamos fazer com que o conteúdo seja resumido e fácil de entender sem que o precisemos ler por completo.

Por que se preocupar em otimizar textos para web

Um grande bloco de texto corrido é mortal para a experiência de leitura, pois intimida, a torna desagradável e difícil. Quando uma página é mais facilmente analisável superficialmente, ela tem maiores chances em ser lida.

Melhor usabilidade = Maior chance de leitura

A leiturabilidade (conforto em ler), usabilidade e chances de o usuário ler um texto na web é:

  • 58% maior em usabilidade quando o conteúdo é escrito de forma concisa;
  • 47% maior quando o texto é analisável superficialmente, sem o usuário necessariamente precisar ler todo o conteúdo para entender do que se trata;
  • 27% maior quando é escrito objetivamente ao invés de uso de linguagem marketeira.

Combinando essas três práticas em um único site resulta em uma usabilidade 124% melhor que aumentará as chances de seu texto ser lido.

Técnicas para redação do conteúdo

  • Seja objetivo: não escreva mais do que 50% do que escreveria para um impresso (ler através da tela do computador é 25% mais lento que no papel, mais desconfortável e as pessoas não gostam de usar a barra de rolagem);
  • Comece os parágrafos com as palavras mais importantes (a maioria dos usuários analisa apenas o início para saber se aquele conteúdo o interessa);
  • Escreva possibilitando uma análise superficial do conteúdo: não exija os usuários lerem longos blocos contínuos de textos (estudos comprovam que na web as pessoas não lêem sites, elas passam o olho superficialmente neles atrás do que buscam);
  • Divida as informações longas em múltiplas páginas através de links ou outros artifícios (note que adicionar links “próxima página” e “página anterior” é pior do que uma página longa. Ao invés disso, divida o conteúdo em subtópicos bem estruturados e faça link para eles).

Facilite a leitura através da diagramação

Para evitarmos um texto difícil de ler, vale considerar as seguintes técnicas para criarmos uma boa diagramação:

  • Destaque palavras (links são uma forma disso, variações na fonte – como negritar – e cores também);
  • Use subtítulos úteis, que agregam informação importante, e não conteúdo redundante ou inútil;
  • Use listas (com pontos/traços na frente) quando o conteúdo permitir (preferencialmente liste por importância e relação do conteúdo, pois ordem alfabética geralmente não ajuda);
  • Uma ideia por parágrafo (usuários irão seguir adiante se não forem envolvidos nas primeiras palavras de um parágrafo);
  • Faça uma pirâmide invertida com o conteúdo: comece com a conclusão, por exemplo.
  • Intercale texto e imagens – caso haja e tenha relevância.

Fontes:

Assuntos para newsletter/email marketing mais atraentes

Complementar às informações do artigo Fazer boas Manchetes e Títulos na Web, achei importante indicar 4 das 6 dicas de um artigo sobre escolher assuntos em e-mail marketing:

Criar urgência pode melhorar a conversão
Algumas promoções do tipo “Somente as 10 primeiras pessoas” ou então “Vagas somente até amanhã”, que criam escassez e urgência, podem deixar as pessoas mais dispostas a efetivamente agir ao receber o email.

Evitar as palavras Spam
Um dos tipos de filtros anti-spam procura semelhanças entre os seus emails e aqueles que são marcados como Spam. Por isso, procure evitar palavras que são muitos usadas por spam como Viagra, webcam, etc.

Não tente convencer o usuário a abrir o email
O assunto deve dizer o que tem no email, não vender o que tem no email. Algumas empresas enviam emails do tipo “Abra e descubra o que está esperando por você”. Esse tipo de apelo, em meio a tantos spams, já não tem muita eficiência. O ideal é dizer claramente o que está dentro da mensagem. Se o que tiver dentro interessar para o leitor, ele vai abrir.

Teste
Crie diversos assuntos diferentes, envie para si mesmo e avalie como fica cada mensagem na caixa de entrada. Use formas diferentes de escrever e envie para a lista, verificando qual tem a melhor taxa de abertura.

Como fazer boas Manchetes e Títulos na Web

Já é um desafio escrever para Web e encontrar parâmetros para um conteúdo conciso, analisável e objetivo. É um desafio ainda maior criar títulos de notícias/postagens na Web, que devem ser:

  • curtos (porque os usuários e não leem muito online);
  • ricos em informações notáveis, claramente sumarizando e objetivando o artigo;
  • com peso no início da frase, iniciando-a com as palavras-chave mais importantes (frequentemente usuários analisam apenas o início de uma lista de itens);
  • compreensível mesmo fora do contexto (porque as manchetes frequentemente aparecem isoladas de seu conteúdo completo, como em resultados de buscas); e
  • previsível, para que os usuários possam saber o que irão encontrar no artigo antes mesmo clicarem na manchete (as pessoas não retornam para sites que prometem o que não podem cumprir).

Essas informações foram traduzidas do artigo “World’s Best Headlines: BBC News” do Nielsen Norman Group que faz uma análise das manchetes do BBC News – segundo Jakob Nielsen as melhores do mundo.

Neil Pateil desenvolveu aqui no artigo “How to Write Headlines People Can’t Help but Click [Formulas Inside]” uma metodologia com uma fórmula que chamou de “4 Us”.

A orientação dele, é que o título deve ser:

Útil + Urgente + Único + Ultra-específico

Com esses 4, aumenta-se as taxas de clique nos títulos (que normalmente corresponde a 20% somente de quem os lê!)

Vale a leitura do artigo dele completo para saber mais sobre cada um!