SEO para Youtube e Google Ads: Turbine seu vídeo

Saiba como fazer SEO para Youtube e também algumas dicas para Campanhas no Google Ads para Youtube através de minhas anotações da palestra de Gabriel Rockenbach: “Como Programar o YouTube para Vender Como Afiliado em Piloto Automático e ter de Retorno 10x sobre o Investimento” do Congresso de Afiliados que ocorreu em Março de 2015

Fazer vídeo isca ao conteúdo, curto, de 30s a 2min. Usar as palavras chaves e títulos certos para que nosso público ache o vídeo facilmente. Ex:  https://www.youtube.com/watch?v=hlIgWtZSIPI . Gabriel usa mais produtos do hotmart para divulgar nos vídeos.

SEO para Youtube / Melhorando Resultados Orgânicos

Vídeos podem ser simples, curtos, usando apenas áudio e imagens acompanhando a descrição.

Boas práticas

  • Usar keyword planner pra youtube. ex: “como vender mais”
  • Renomear seu arquivo (antes de enviar mesmo) de acordo com a palavra chave
  • Título: se possível, repetir 2 vezes a palavra chave (às vezes dá).
  • Descrição: repetir 3x a palavra chave (início, meio e final) entre 250 a 500 palavras http://www.wordcounter.net/
  • Tags: 1x a palavra chave exata e +9 tags (mais que dez geralmente tira especificidade)

Anotações para por links externos:

  • Se não tem site, usa o hostinger, instala o WordPress e lá usa o plugin prettylink (redirecionador)
  • Avançado: web sites associados ao canal youtube. Direcionar canal do youtube ao site, e o site ao canal do youtube.

Em outro curso, chamado Novos Ricos disponível no Hotmart, fiz as seguintes anotações sobre SEO para Youtube:

Palavras-chave

Incluir em:

  • Palavra-chave cauda longa ou cauda média.
  • Antes de subir o vídeo, entrar em propriedades, dar 5 estrelas, palavra-chave no título, na legenda.
  • Nome do arquivo
  • Título
  • Miniatura
  • 10 Tags (principais e relacionadas)

Outras orientações:

  • Fazer links internos, vindo de outros vídeos.
  • Cadastrar-se no https://vidiq.com/ e instalar o plugin no navegador, para ter insights de ranqueamento navegando por outros vídeos no youtube e pelos seus próprios.

Fatores de Ranqueamento do SEO no Youtube

  • Nome do Arquivo
  • Título com palavras-chave
  • Descrição com palavras-chave
  • Idade do vídeo
  • Miniaturas
  • Visualizações
  • Links internos do canal apontando para seu vídeo
  • Compartilhamentos
  • Comentários
  • Curtidas
  • Palavras-chaves do canal

Campanha no Google Ads para Youtube / Anúncios Pagos

Boas práticas de anúncios pelo Google Ads (campanhas em vídeo):

  • Não colocar orçamentos grandes. Testar começar com R$ 25,00.
  • Não aumentar depois. Duplicar a campanha quantas vezes quiser e mantém o orçamento, pq o Google “torra” o dinheiro
  • Não faça “in-stream” se não for avançado. Faça “Em display” (só paga quando as pessoas clicarem no vídeo)
  • Página de destino: deixar o primeiro para a pessoa ser levada ao seu canal
  • Marcar otimizar para exibir em qualquer dispositivo
  • Ajuste de lance para celular. Diminuir em 100%, por enquanto não anunciar pra celular.
  • Nenhum limite de impressões
  • Lances: Custo máximo por visualização 0,32 centavos para iniciar
  • Segmentação: Escolher palavras chave adequadas (10)
  • Revisão: normalmente 2 ou 3 horas.
  • Usar “Sobreposição de call to action” (AJUDA MUITO)

Com essas configurações, a cada 1 real investido, ele ganhou 10.

 

 

 

O uso correto do atributo HTML alt nas imagens

Muitas vezes quem trabalha com SEO (Search Engine Optimization) sabe que o atributo HTML alt é importante na tag “img”, de imagem. Além disso, ela também é importante para melhorar a usabilidade de um web site. Sabia que usá-lo de forma desordenada ou excessiva é prejudicial em se tratando da acessibilidade do site a cegos?

Para que serve o HTML ALT

ALT vem de “alternate” do inglês. Ou seja, é uma alternativa ao conteúdo que está sendo exibido na imagem.

Ele serve para:

  1. Descrever em texto uma orientação sobre a imagem que não está sendo exibida;
  2. Sistemas de busca entenderem do que ela se trata e isso auxiliar a indexar a página;
  3. Leitores de tela em áudio especificarem do que ela se trata (isso inclui ferramentas que cegos usam para navegar na web — Caso queira saber mais sobre leitores de tela de computador, recomendo que veja este artigo “6 leitores de tela para seu computador”.)

Exemplo

Fiz uma assinatura de e-mail responsiva para um cliente, usando imagens + texto. Veja ela com as imagens aparecendo normalmente:

Agora, veja como ela aparece quando as imagens não são carregadas, por um problema no servidor, bloqueio de imagem, falta de conexão à internet etc:

Para que a informação do nome não fosse perdida na assinatura do e-mail, inseri o texto “Dr. Paulo Cezar Maldonado” no alt da imagem que exibe o nome dele. Assim, o nome dele como texto alternativo, é exibido na ausência da imagem e também pode ser interpretado por programas leitores de tela.

Embora o tamanho de algumas imagens seja pequena e não dê para ler o alt delas, programas leitores de tela em voz configurados para isso, leriam “Dr. Paulo Cezar Maldonado” com ou sem um problema de exibição da imagem .

Também, em um site, o Google indexaria a página para aparecer em buscas por “Dr. Paulo Cezar Maldonado”, o que auxiliaria no SEO.

Note que propositalmente não coloquei um alt no símbolo da marca à esquerda.
Por quê? Ele é desnecessário.

Você acharia relevante ouvir uma descrição dizendo “marca” ou mesmo indexar essa palavra em uma página na web?

Isso nos leva ao próximo tópico.

Como usar corretamente o ALT em imagens

Todas as imagens devem ter um atributo alt declarado. Isso é indicado semanticamente pelo HTML e para melhorar a usabilidade dos usuários dos leitores digitais em áudio. Mas IMPORTANTE: Declarar um atributo é diferente de preenchê-lo.

Exemplos de um HTML de imagem:

Exemplo 1 (Certo!): Com alt declarado e preenchido de vazio

<img src=”marca-nome-dr-paulo-cezar-maldonado.gif” alt=” “ />

Exemplo 2 (Certo!): Com alt declarado e preenchido

<img src=”marca-nome-dr-paulo-cezar-maldonado.gif” alt=”Dr. Paulo Cezar Maldonado” />

Exemplo 3 (ERRADO):  Com alt declarado, mas nulo

<img src=”marca-nome-dr-paulo-cezar-maldonado.gif” alt=”” />

Exemplo 4 (ERRADO): Sem alt declarado

<img src=”marca-nome-dr-paulo-cezar-maldonado.gif” />

Entenda por que declarar o alt preenchido de vazio

Leia esse trecho de uma palestra (2) sobre acessibilidade para cegos nas páginas web:

O atributo de imagem “ALT” tem de ser utilizado com bom senso e a partir da seguinte idéia: tudo que for escrito nele será ouvido a toda hora que o leitor de tela passar por ele. Dessa forma, imagens que não tenham função, que só sirvam de decoração na tela, como imagens de linhas horizontais, bolinhas e quadradinhos decorativos e coloridos, enquadramentos, deverão vir com o “ALT vazio”, ou seja, com um espaço entre as aspas. Isso é diferente do “ALT nulo”, que é um alt com “”, ou seja, sem espaço entre as aspas. Como o nome já diz, o “alt nulo” é como se não existisse alt e o “alt vazio” é um alt com conteúdo, porém vazio.

Essa pequena diferença altera a leitura que o leitor de tela faz. Com o “alt vazio ele não lê absolutamente nada, enquanto com ele nulo alguns leitores procuram ler o conteúdo do atributo src, ou seja, tentam ler o nome da imagem.

Fonte: Como Fazer Acessibilidade nas páginas da WEB., Marco Antonio de Queiroz – MAQ, 29/08/2002 http://www.bengalalegal.com/acesso

Quando preencher o atributo HTML alt de texto

Se todos os itens abaixo forem verdadeiros no seu caso, preencha o atributo alt da imagem com uma descrição curta e clara do que ela representa:

  1. Não é um ornamento meramente estético
  2. A ausência da imagem faz o conteúdo ficar menos compreensível e completo
  3. A imagem contém um texto que está unicamente nela (neste caso, o ideal é você transcrever resumidamente o texto pra dentro do alt)

Caso não sejam os casos acima, lembre de sempre declarar o atributo HTML alt preenchido com um espaço vazio, assim:

alt=” “

Dica: Destaque todas as imagens sem o HTML alt!

Ricardo Sanches publicou um vídeo com código para automaticamente colocar bordas vermelhas nas imagens sem alt e você lembrar de declará-las no HTML! Veja:

Referências

  1. “HTML <img> alt Attribute” (em inglês) https://www.w3schools.com/tags/att_img_alt.asp
  2. “Como Fazer Acessibilidade nas páginas da WEB” http://www.bengalalegal.com/acesso
  3. “Você nunca mais vai esquecer do ALT” https://www.portalgsti.com.br/2018/01/voce-nunca-mais-vai-esquecer-do-alt.html

SEO: Conteúdo Duplicado SEM Punição!

Caso você entenda de SEO (Search Engine Optimization, ou otimização para mecanismos de busca), provavelmente se preocupa com conteúdo duplicado ou em fazer alguma outra coisa que possa impactar negativamente no posicionamento do seu site.

Você possui um site, ou gere o de um cliente, precisa fazer uma publicação que replica materiais inteiros ou trechos já existentes pela internet e sabe como fazer isso corretamente?

Um dos itens mais críticos e punidos pelo Google na hora de realizar o posicionamento dos seus resultados, é a publicação de um conteúdo duplicado. Isso para que sites que vivem de automatizações publicar conteúdos copiados, não venham a concorrer com os verdadeiros produtores de conteúdo da internet.

Contudo, na área acadêmica e em publicações de artigos embasados em otros, muitas vezes precisamos recorrer a diferentes autores e citar as suas publicações. Em alguns casos, como em blogs de médicos, por exemplo, há mesmo a intenção de copiar um artigo na íntegra, com o objetivo de ajudar a divulgar aquele conteúdo pro seu próprio público.

Para fazer isso corretamente, segue orientações práticas de como citar trechos e copiar textos sem ser equivocadamente punido no SEO e manter o bom posicionamento do seu site.

Como fazer uma citação de conteúdo sem danificar seu SEO

  • Sempre escreva a URL do local que possui o texto original. Ao fazer isso, você ajuda ao Google entender que você está dando os devidos créditos — logo, dificilmente está mal intencionado ou sendo antiético.
  • Adicione um conteúdo original. Além de citar o conteúdo existente, tenha uma parte de texto original na página. Escreva uma introdução e conclusão próprias, que ajudarão a seu site ter maior relevância.
  • Parafraseie ao invés de copiar. Você pode reescrever o que o outro autor disse com as suas próprias palavras, e citar que determinado autor ou artigo possui as mesmas conclusões.
  • Copie o mínimo possível. Em linhas gerais, quanto menos você copiar, melhor.
  • Use as tags HTML corretas que indicam a citação. Às vezes visualmente não há mudanças, mas o Google lê e entende esses códigos. Exemplo:
    <blockquote>
    <p>Texto que você está citando</p>
    </blockquote>
    <cite>Trabalho que você está citando</cite>, Nome do autor, data.
    Mais detalhes de como usar tags HTML para a citação de textos: http://html5doctor.com/blockquote-q-cite/
  • Referencie o site de origem com a tag “canonical” no HTML. Ela indica, no cabeçalho da sua página (que fica “invisível” aos visitantes —  a menos que ele inspecione o código do sue site), que ela é réplica de uma outra. Isso em casos de conteúdos rigidamente copiados.
    Exemplo: <link rel=”canonical” href=”http://www.site-do-conteudo-original.com.br” />

Adicionalmente, veja este vídeo publicado pelo próprio Google no canal do YouTube “Google Webmasters” (em inglês): “Se eu citar outra fonte, serei penalizado por conteúdo duplicado?

Fontes e referências:

Você também pode se interessar por minhas anotações da palestra:

Você já passou pela situação de ser punido por engano? Aplica essas técnicas e confirma seu funcionamento? Comente!

Opinião sobre o #WordCampSalvador 2014 e resumos das palestras

Ocorreu o 1º evento WordCamp Salvador em 06/12/2014 que foi muito bem organizado e teve ótimas palestras e público. Realizei várias anotações de novidades para mim das palestras que assisti (haviam 2 simultâneas sempre) e, como muita coisa foi útil, resolvi compilar e publicar aqui.

A programação completa pode ser acessada no site oficial do evento WordCampSalvador 2014, que irá conter os slides na íntegra de cada palestrante. Em alguns resumos já disponibilizo links para os slides na íntegra.

Escrevo mais sobre o evento após os resumos das palestras.


09:00

1. WORDPRESS MULTISITE: DESENVOLVENDO PORTAIS COM SITES INTERLIGADOS

Nícholas André Pinho de Oliveira

▶ Os slides na íntegra feitos pelo palestrante podem ser vistos aqui.

Os subsites de uma instalação multisite é composta pelos chamados Sites virtuais por não existir neles um subdiretório próprio. Um grupo desses sites é chamado de Network. Nele, é possível o compartilhamento de plugins e temas, mas os sites são logicamente separados.

Multisites é indicado para usar em blogs, por exemplo, de colunistas de um jornal, para fazer preview de temas… ou seja, sites que precisem haver subseções independentes e que usam WordPress.
Não é indicado a princípio para sites interligados, pois há poucas configurações globais e o uso delas aumenta muito a carga do sistema (como as funções switch_to_blog() e restore_current_blog()).

Os subsites podem ser instalados em subdomínios ou subdiretórios, sendo que para subdomínio é preciso configurar o DNS de cada um.

Case apresentado na palesta: UFERSA.edu.br
Possui cabeçalho e rodapé comum en todos os subsites, que é algo simples de fazer no tema principal.

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09:45

2. WORDPRESS PARA SEUS CLIENTES

Ted K’

O fato de Barack Obama e outros famosos usarem WordPress é uma forma de aumentar as chances de venda da implementação no site do cliente.

O WordPress pode ser tranquilamente usado com Phonegap para alimentação de aplicativos mobile.

Formas de valorizar o trabalho e possuir um diferencial perante o cliente, são:

  • A personalização da tela de login, incluindo a marca do cliente
  • Widget personalizado no dashboard
  • Cores personalizadas do tema
  • Personalização do menu principal do painel para esconder opções que o cliente não usará.

Foi comentado sobre compartilhar ou não usuário e senha de administrador para o cliente. /*Minha opinião é criar um login de Administrador e um de Editor e compartilhar os dois com o cliente. Junto, orientá-lo a guardar o de Administrador para repassar caso um programador precise, e ele por padrão usar o de Editor, com exibição mais simplificada de painel (e com algumas opções desnecessárias ocultas).*/

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10:30

3. PROGRAMAÇÃO VISUAL APLICADA PARA BLOGUEIROS

Helton Bezerra da Silva

Essa palestra foi interessante para mostrar aos programadores que é comum haver entre eles preocupação em estar fazendo ou não um sistema com boa estética e usabilidade, além de funcional (a experiência). Foi dada ideias práticas de como noções de design é importante e podem ser usadas com simplicidade. Não anotei muito por Design ser minha formação, mas peguei as seguintes referências:

  • Layout F (as áreas mais clicadas de uma página web)

  • Modelo AIDA do fluxo que leva o cliente a tomar uma ação:

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11:15

4. O ESSENCIAL PARA UM BOM DESEMPENHO DO SEU PROJETO EM WORDPRESS

Sergio Costa

▶ O resumo do conteúdo feito pelo próprio palestrante pode ser visto aqui, e seus slides na íntegra podem ser vistos aqui.

Foi citado o uso do Font Awesome para otimização de imagens para ícones padrão, e uso de sprites na web. Também foram dados vários exemplos de erros comuns, muitos causados por plugins mal codificados.

Para melhorar desempenho de carregamento, foram sugeridas técnicas como:

  • Limpar funções não usadas no wp_head()
  • Carregar CSS no header e JS no footer sempre;
  • Sempre chamar o plugin apenas se sua função existir (para, por exemplo, não carregar os scripts do plugin Contact Form 7 em todas as páginas sendo que só é usado na página “Contato”);
  • Uso de Ajax para atualizar apenas o necessário na página, ao invés de recarrega-la toda;
  • Uso da Transients API para usar cache temporariamente;
  • Configuração do .htaccess para definir por quanto tempo determinados conteúdos podem ficar armazenados em cache.

Foram recomendados também os seguintes plugins para WordPress específicos para melhoria de desempenho:

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14:00

5. SEO PARA WORDPRESS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA

Ian Castro

▶ Os slides na íntegra feitos pelo palestrante podem ser vistos aqui.

Foi citado o case de sucesso da JVF Empreendimentos que possui mais de 9o% do tráfego vindo de resultados de busca, inclusive com ajuda de, por exemplo, um página falando sobre o bairro, para aumentar as chances de entrada do usuário na página e de se interessar e vir a comprar os imóveis do site.

Itens que contam no rankeamento da página nos resultados de busca:

  • Velocidade do carregamento da página; por isso é importante ela estar com bom desempenho, inclusive com imagens comprimidas
  • Atributos ALT das imagens preenchidos contextualmente (o que é possível automaticamente com o plugin WordPress SEO by Yoast)
  • Criar páginas que indexem palavras-chave, que serve de catálogo com os termos mais pesquisados.
  • Topic related content: Incluir sinônimos de palavras-chave no conteúdo.

Sugestões de ferramentas e práticas para melhorar o SEO em geral:

  • Planejador de palavras chaves Google Ad Words
  • Fazer redirecionamento 301 ao mudar URLs para manter credibilidade da pagina. Se não fizer, a contagem de rankeamento começa do zero. Há o plugin Redirection para WordPress que auxilia nisso./*estou usando e é super prático!*/
  • Google webmasters tools
  • URL e títulos curtos e diretos, com as palavras chave relevantes, geram maior acesso. Inclusive conteúdo com até 1500 palavras são os que possam melhor aceitação, segundo Moz e sepIQ
  • Usar tags para puxar títulos específicos, provavelmente mais curtos, para compartilhamentos no facebook
  • Se for possível manter o controle, não colocar para os links permanentes do WordPress inserirem as categorias do post automaticamente na URL. Usar apenas para puxar o nome do post, podendo inserir categoria manualmente se for o caso, em cada post.

Ver How search works, do Google e pensar em “Metas, métricas e rotinas.”

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14:45

6. APRENDA A CRIAR UMA LOJA COM WOOCOMMERCE

Claudio Sanches

O Woocommerce é muito fácil de instalar, basta seguir o passo a passo. Sendo obviamente open source, é gratuito e existem vários plugins (muitos também gratuitos) que permitem a personalização com a adição de suporte às mais variadas necessidades específicas, como:

  • Compra de acesso por tempo ou quantidade de clique
  • Booking para reserva de tempo/datas em agenda
  • Pre order/Pré-venda de produtos

Etc! Além de haverem várias opções de cálculo de entrega e formas de pagamento aceitas, já simplificado e instalável por intermédio de plugins.

Possui um tema gratuito padrão, o Storefront e é recomendado ele ser usado para ser a base para o desenvolvimento de novos temas Woocommerce.

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15:30

7. AS NOVAS TECNOLOGIAS HACK E HHVM DO FACEBOOK E O WORDPRESS

Amon Caldas

 

Hack, linguagem desenvolvido pelo Facebook, é um “aperfeiçoamento” do PHP que facilita depuração e checagem de erros em tempo de desenvolvimento através do conceito de anotação de tipos.

Foram citadas estatísticas de aumento da performance de aplicações PHP com o uso da máquina virtual HHVM em substituição ao engine PHP da Zend e índices de ganho de performance indicados pelo WPengine e outros serviços ao utilizar HHVM para WordPress. A expectativa é que em pouco tempo já seja possível utilizar a linguagem Hack para desenvolvimento no WordPress.

Hoje ainda não é possível devido a algumas incompatibilidades da nova linguagem, como o não suporte a variáveis globais e a restrição quanto a “mistura” entre HTML e código server side.

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17:00

8. WORDPRESS PARA REDATORES, JORNALISTAS, PUBLICITÁRIOS E BLOGUEIROS

Valério Souza

▶ Os slides na íntegra feitos pelo palestrante podem ser vistos aqui.

Foi dada uma orientação básica do uso do painel WordPress e de ferramentas nativas nem sempre lembradas que otimizam muito tempo (como ações em massa do post, exibição de resumo dos posts na listagem de posts, opções da tela, formatação avançada). Também foi feita uma prévia das novidades que estão por vir na próxima versão.

Alguns plugins para WordPress muito úteis para redatores, jornalistas, publicitários e blogueiros  (os 2 primeiros certamente irão mudar minha vida):

  • ImageInject: Possibilita a busca automática de imagens gratuitas dentro do WordPress, sugerindo já opções contextualizadas ao seu conteúdo;
  • FakerPress: Cria conteúdo de mentira para preencher páginas, posts, post-types no WordPress para testes de desenvolvimento;
  • Email Post Changes: Plugin que notifica por e-mail sobre modificações de conteúdo. Importante para escritas compartilhadas ou supervisionadas.
  • Post notification by email: Plugin que notifica por e-mail sobre publicações de novo conteúdo. Útil para escritas que precisam de revisão.
  • Edit flow: Um plugin mais complexo onde é possível montar o processo de aprovação dos posts, passando pelos usuários necessários de uma equipe editorial.

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17:45

9. PERSONAL BRANDING ATRAVÉS DOS BLOGS

Priscilla Arruda Saldanha

Foi feita reflexão sobre a importância da visão que o público tem dos produtos, e a visão do mercado a respeito de nós. Um exemplo foi a simples apresentação de um Currículo, que quando personalizado já é um diferencial. “Você é sua marca” então é necessário considerar os conteúdos que são publicados na internet, pois eles são localglobalizados. Ao mesmo tempo, não abdicar de sua personalidade: aproveitar suas características de diferenciação para se destacar.
Precisamos ter objetivos a médio/longo prazo sobre onde queremos estar para agir de forma orientada e alcança-los.

Atualmente o content marketing tem dado muito resultado, que é usar marketing contando uma história que emociona/envolve. A tendência para o ano que vem é o aumento do uso de vídeos e redes como youtube.

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Mais sobre o evento WordCampSalvador 2014

O kit pros inscritos fornecido no evento foi de super bom gosto. Vale lembrar que a inscrição tinha um preço acessível.

Kit composto de camisa, squeeze flexível, broche, crachá com programação do evento e fitinha do Senhor do Bonfim! A caneca foi brinde extra :)

O evento contou com a organização de Leo Baiano, forneceu almoço de comida baiana sem custos adicionais, e acarajé e cocada como coffee break. Comidas deliciosas e de ótima qualidade!

Que venha o #WordCampSalvador 2015!

Enquanto isso, você pode acompanhar a comunidade na página do facebook WordPress Bahia e o WordPress Salvador/Bahia Meetup.